terça-feira, 17 de novembro de 2009

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Para consulta sobre as normas de TCC:

http://www.utfpr.edu.br/documentos/normas_trabalhos_utfpr.pdf

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Tradução (Versão definitiva)

Cérebro e Alimento

Uma nova pesquisa mostra que o consumo de ferro pode dar lhe um cérebro forte. Um estudo recente na universidade de Rochester em New York mostrou que as crianças ferro-deficientes alcançaram índices mais baixos em testes de matemática. Os resultados indicam que as crianças/adolescentes ferro-deficientes entre 6 a 16 anos eram duas vezes mais prováveis de obterem índices abaixo das contagens médias. E 3% das crianças teve o baixo nível do ferro, 8.7% das meninas de idade entre 12 a 16, por exemplo, teve um baixo nível de ferro, provavelmente devido à menstruação. Os pais devem assegurar-se de que seus filhos comam uma dieta rica em ferro, diz o autor do estudo Jill Halternam, pediatra na universidade. Os investigadores observaram as dietas de 1.300 crianças. Deram-lhes testes de aptidão. Assim constataram que aqueles que comem uma dieta mais restrita tiveram índices acadêmicos abaixo da média, quando aquelas crianças com uma dieta mais variada obtiveram índices acima da média. O ferro foi ligado ao desenvolvimento cognitivo, assim " certifique-se de que seus filhos desenvolvam uma preferência pelos alimentos que não são deficiente em nutrientes importantes no início da vida" , diz Michelle Mendes, epidemióloga da universidade.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Trabalho de radioproteção. Definitivo

EXPOSIÇÃO MÉDICA

5. 13.1 RESPONSABILIDADES

5.13.1.1 Os titulares devem assegurar que:
a) sejam tomadas as medidas administrativas necessárias para que exposições médicas com fontes sob sua
responsabilidade, para fins de diagnóstico ou terapia de pacientes, sejam realizadas apenas sob prescrição
médica;
b) estejam disponíveis, na instalação, equipe médica, paramédica e demais profissionais, em número
necessário e com qualificação apropriada reconhecida ou habilitada pela CNEN;
c) seja implementado um programa de garantia da qualidade para exposições médicas;
d) sejam conduzidos ou supervisionados por especialistas, com qualificação reconhecida pela CNEN, a
calibração dos feixes e das fontes, a dosimetria clínica e os testes de controle da qualidade;
e) seja rastreada por um laboratório padrão de dosimetria, reconhecido ou autorizado pela CNEN, a
calibração dos feixes e das fontes usadas para exposição médica; e
f) seja restrita, conforme especificado nesta Norma, a exposição de voluntários que assistam pacientes
submetidos a um procedimento diagnóstico ou terapêutico.
5.13.1.2 Os profissionais envolvidos com as exposições médicas devem informar imediatamente ao titular
qualquer deficiência ou necessidade, relativa ao cumprimento desta Norma, no que se refere à proteção
radiológica dos pacientes.
5.13.1.3 Os titulares devem ainda:
a) identificar possíveis falhas de equipamento e erros humanos que possam resultar em exposições médicas
acidentais; e
b) tomar todas as medidas necessárias para prevenir falhas e erros, ou minimizar as suas conseqüências,
incluindo a seleção de procedimentos adequados para a prática, considerando os aspectos de segurança e
proteção radiológica.
5.13.1.4 Com relação a acidentes que envolvam exposições médicas diferentes daquelas pretendidas, conforme
definido pela CNEN, os titulares devem:
a) investigar imediatamente o ocorrido;
b) calcular ou estimar as doses recebidas e sua distribuição no paciente;
c) indicar as medidas para prevenir a recorrência de tais acidentes e implementar aquelas sob sua
responsabilidade;
d) submeter à CNEN, logo após a investigação, um relatório escrito que esclareça as causas do acidente,
bem como as providências tomadas; e
e) informar por escrito ao paciente e ao médico solicitante sobre o acidente.
5.13.1.5 No processo de otimização das exposições médicas para fins de diagnóstico, os titulares devem
considerar os níveis de referência de diagnóstico estabelecidos pela CNEN.


5.14 EXPOSIÇÃO DO PÚBLICO
5.14.1 Em relação às fontes sob sua responsabilidade, os titulares devem estabelecer, implementar e manter
medidas para:
a) assegurar a aplicação da otimização da proteção radiológica dos indivíduos do público cuja exposição seja
atribuível a tais fontes, considerando as restrições de dose para o grupo crítico relevante estabelecidas
pela CNEN;
b) garantir a segurança dessas fontes, tomando todas as medidas necessárias para prevenir falhas e erros
que possam resultar em exposição acidental do público, ou para minimizar as suas conseqüências;
c) estimar a exposição do público, incluindo, quando aplicável, programa de monitoração radiológica
ambiental; e,
d) garantir resposta adequada a situações de emergências radiológicas, que possam envolver exposição do
público, incluindo planos ou procedimentos de emergência em consonância com a natureza e a intensidade
do risco envolvido.
5.14.2 Os titulares devem assegurar que as medidas otimizadas, de acordo com os requisitos desta Norma,
sejam também apropriadas para restringir a exposição em áreas de acesso público da instalação sob sua
responsabilidade.
5.14.3 Os titulares devem assegurar que os materiais radioativos provenientes de práticas sob sua
responsabilidade não sejam liberados no meio ambiente, a menos que tais liberações estejam autorizadas pela
CNEN e sejam otimizadas e controladas.
5.14.4 Os titulares, em relação às fontes sob sua responsabilidade, devem:
a) manter todas as liberações de materiais radioativos otimizadas com relação à proteção radiológica,
respeitando os níveis de restrição de dose autorizados, considerando a exposição dos grupos críticos;
b) estabelecer os níveis operacionais para liberação de materiais radioativos e submetê-los à CNEN para
aprovação;
c) monitorar as liberações de materiais radioativos, para demonstrar o atendimento aos níveis operacionais de
liberação acima citados;
d) monitorar, quando aplicável, as vias de exposição do grupo crítico decorrentes das liberações de materiais
radioativos para o meio ambiente;
e) registrar e manter os resultados dessas monitorações, incluindo as estimativas de dose e emitir os
relatórios de monitoração conforme estabelecido pela CNEN; e
f) comunicar imediatamente à CNEN qualquer liberação que exceda os níveis operacionais de liberação
especificados para fins de notificação;
5.14.5 Os titulares devem, quando apropriado, rever e ajustar as suas medidas de controle de liberação, para as
fontes sob sua responsabilidade, sempre que houver mudança nas condições de liberação, vias de exposição
ou composição do grupo crítico, que possam afetar a estimativa de dose decorrente das liberações. Qualquer
modificação deve ser aprovada pela CNEN.
5.14.6 Os titulares devem comunicar imediatamente à CNEN qualquer aumento significativo no meio ambiente
de campos de radiação ou de contaminação radioativa, que possa ser atribuído à radiação ou às liberações
radioativas emitidas pelas fontes sob sua responsabilidade







RESTRIÇÕES DE DOSE EM EXPOSIÇÕES MÉDICAS
3.49 Exposição médica de pacientes
a) Os exames de radiodiagnóstico devem ser realizados de modo a considerar os níveis de referência de radiodiagnóstico apresentados no Anexo A deste Regulamento.
b) Os níveis de referência de radiodiagnóstico devem ser utilizados de modo a permitir a revisão e adequação dos procedimentos e técnicas quando as doses excederem os valores especificados (como parte do programa de otimização)
c) Os níveis de referência apresentados neste Regulamento foram obtidos apenas para paciente adulto típico.
3.50 Exposição de acompanhantes
a) A presença de acompanhantes durante os procedimentos radiológicos somente é permitida quando sua participação for imprescindível para conter, confortar ou ajudar pacientes.
(i) esta atividade deve ser exercida apenas em caráter voluntário e fora do contexto da atividade profissional do acompanhante;
(ii) é proibido a um mesmo indivíduo desenvolver regularmente esta atividade;
(iii) durante as exposições, é obrigatória, aos acompanhantes, a utilização de vestimenta de proteção individual compatível com o tipo de procedimento radiológico e que possua, pelo menos, o equivalente a 0,25 mm de chumbo;
b) O conceito de limite de dose não se aplica para estes acompanhantes; entretanto, as exposições a que forem submetidos devem ser otimizadas com a condição de que a dose efetiva não exceda 5 mSv durante o procedimento.





Estrutura da PR para Exposições Médicas

•Justificação (conceito coletivo)

•Benefícios obtidos com o diagnóstico são superiores, a princípio, aos prejuízos causados pela exposição à radiação (detrimento)
•Otimização
•Uma vez justificado, o exame deve ser realizado com equipamentose técnicas radiológicas que garantam doses ao paciente tão baixas quanto razoavelmente praticáveis (ALARP), consistentes com a necessidade ou o propósito do exame em questão
•Níveis de Referência
•Partindo desses princípios e, considerando que num primeiro momento todas as exposições médicas trazem um real benefício à saúde do paciente, são estabelecidosde os chamados níveis de referência



Níveis de Justificação

•O uso de radiação na medicina é considerado com sendo mais benéfico que prejudicial•decisão de órgãos de classe, autoridades regulatórias•considerar: exposição da equipe e membros do público, possibilidade de exposição acidental, novas informações ⇒ revisão das decisões•Procedimentos específicos com objetivos específicos•radiografias de tórax para pacientes apresentando sintomas relevantes; rotina radiológica de rastreamento de alguns tipos câncer•“fontes” disponíveis em um país ou região•exceções: questões de segurança, exame para fins empregatícios,...•Aplicação de um procedimento, de forma individual, em um paciente•procedimentos convencionais: justificativa genérica•procedimentos complexos: CT, radiologia intervencionista ⇒ médico


Justificação

Significado:

As doses devem ser mantidas tão baixas quanto razoavelmente exeqüíveis /praticáveis, levando-se em conta os fatores sociais e econômicos necessários para a alcançar o objetivo proposto (maior importância no sistema de Prot. Radiol.)⇒razoável? Bom senso!•Ponderação entre exposição, uso de recursos e qualidade do produto final•Aplicação:•Projeto e construção de instalações e equipamentos•Dia-a-dia na prática radiológica (radioterapia?)•O processo de otimização em radiologia diagnóstica nem sempre reduz a dose recebida pelos pacientes!•Exemplo: grades anti-espalhamentoMELHORAMo contraste e resolução da imagem MAS aumentam a dose por um fator 2-4

Otimização


•Reduzir a dose no paciente PODE reduzir a qualidade e a quantidade de informação diagnóstica do exame radiológico

Busca da Condição Ótima na relação entre
Dose e Imagem


Parâmetros que afetam Dose e Imagem

•Equipamento (Dose)
•Tensão
•Filtração
•Radiação Espalhada
•Sistema de Imagem
•Contraste
•Resolução Espacial
•Ruído
•Observador
Qualidade da Radiação
Qualidade da Imagem

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Das exposições Médicas em Radiologia

A dosimetria de pacientes associada à avaliação das condições de funcionamento dos equipamentos médicos e aos procedimentos empregados na realização dos exames, desempenha um papel fundamental no sistema de proteção radiológica das exposições médicas. Nesse sentido, foi realizado um levantamento em grande escala das doses recebidas pelos pacientes submetidos a exames radiológicos convencionais realizados em uma amostra representativa de estabelecimentos de saúde do estado de São Paulo. Nesse levantamento foi empregado um kit dosimétrico postal originalmente desenvolvido, que permitiu a determinação da dose de entrada na pele (DEP) através da técnica de dosimetria termoluminescente. Paralelamente foram realizadas visitas in-loco a uma sub-amostra de estabelecimentos, onde as condições de funcionamento dos equipamentos de raios X médicos e do sistema de imagem foram avaliadas empregando-se procedimentos e equipamentos já estabelecidos em protocolos de controle de qualidade. O estudo completou-se com a elaboração de um catálogo de espectros na faixa de energia do radiodiagnóstico, que, através de procedimento desenvolvido, permitiu inferir espectros equivalentes em equipamentos médicos. Na determinação dos espectros foi empregado um detector semicondutor de telureto de cádmio e zinco (CdZnTe), cujas curvas de eficiência e escape foram determinadas experimentalmente para realização do processo de correção dos espectros (stripping procedure). O processo de amostragem de estabelecimentos de saúde realizado neste estudo permitiu verificar a distribuição de equipamentos de diagnóstico por imagem e a freqüência de exames radiológicos no estado de São Paulo. A partir desses resultados foram escolhidos os exames de tórax, crânio (e seios da face) e coluna para avaliação de DEP, uma vez que os mesmos apresentam as maiores freqüências anuais de exames por 1.000 habitantes: 100, 46 e 29, respectivamente. Na técnica de amostragem dos estabelecimentos de saúde incluídos neste estudo foi empregado como critério de estratificação a quantidade anual de exames radiológicos associados ao município de localização do estabelecimento. Do total de 200 estabelecimentos sorteados, 50 participaram da primeira etapa e 38 da segunda. Um total de 83 salas de exames (ou equipamentos) e 868 pacientes foram incluídos, e um conjunto de 1415 valores de DEP foi determinado. O resultado da distribuição dos valores de DEP permitiu determinar os chamados níveis de referência, que, no caso de pacientes adultos, se mostraram bastante semelhantes aos encontrados em outros estudos internacionais. No caso de pacientes infantis, a situação é bem diferente, obtendo-se valores pelo menos 2 vezes superiores a outros recomendados internacionalmente para a radiografia infantil mais freqüente (tórax). Esse fato sugere que as práticas empregadas na realização dos exames devem ser revisadas e que recomendações específicas a esse grupo de pacientes, a partir de estudos dirigidos, sejam publicadas. Constatou-se também alguns casos de DEP elevada pelo uso desnecessário de radioscopia de localização. Os testes de desempenho dos equipamentos e a avaliação das imagens realizadas sugerem que há possibilidade de melhoria das condições de realização dos exames, sem perda de informação diagnóstica presente na imagem e com redução das doses. Alguns espectros de raios X determinados experimentalmente apresentaram divergência em relação a outros catálogos já estabelecidos, numa faixa específica de energia do espectro (entre 25 e 40 keV). Para a sua utilização em situações práticas há necessidade de algumas correções na curva de eficiência, o que não inviabiliza a metodologia e os procedimentos estabelecidos. De forma geral, os resultados encontrados neste estudo permitem traçar um panorama das exposições médicas em radiologia convencional no estado de São Paulo, contribuindo para o aperfeiçoamento de futuras pesquisas que sejam realizadas na área, ou mesmo, para a implementação de políticas públicas.

Das exposições Médicas em Radiologia

A dosimetria de pacientes associada à avaliação das condições de funcionamento dos equipamentos médicos e aos procedimentos empregados na realização dos exames, desempenha um papel fundamental no sistema de proteção radiológica das exposições médicas. Nesse sentido, foi realizado um levantamento em grande escala das doses recebidas pelos pacientes submetidos a exames radiológicos convencionais realizados em uma amostra representativa de estabelecimentos de saúde do estado de São Paulo. Nesse levantamento foi empregado um kit dosimétrico postal originalmente desenvolvido, que permitiu a determinação da dose de entrada na pele (DEP) através da técnica de dosimetria termoluminescente. Paralelamente foram realizadas visitas in-loco a uma sub-amostra de estabelecimentos, onde as condições de funcionamento dos equipamentos de raios X médicos e do sistema de imagem foram avaliadas empregando-se procedimentos e equipamentos já estabelecidos em protocolos de controle de qualidade. O estudo completou-se com a elaboração de um catálogo de espectros na faixa de energia do radiodiagnóstico, que, através de procedimento desenvolvido, permitiu inferir espectros equivalentes em equipamentos médicos. Na determinação dos espectros foi empregado um detector semicondutor de telureto de cádmio e zinco (CdZnTe), cujas curvas de eficiência e escape foram determinadas experimentalmente para realização do processo de correção dos espectros (stripping procedure). O processo de amostragem de estabelecimentos de saúde realizado neste estudo permitiu verificar a distribuição de equipamentos de diagnóstico por imagem e a freqüência de exames radiológicos no estado de São Paulo. A partir desses resultados foram escolhidos os exames de tórax, crânio (e seios da face) e coluna para avaliação de DEP, uma vez que os mesmos apresentam as maiores freqüências anuais de exames por 1.000 habitantes: 100, 46 e 29, respectivamente. Na técnica de amostragem dos estabelecimentos de saúde incluídos neste estudo foi empregado como critério de estratificação a quantidade anual de exames radiológicos associados ao município de localização do estabelecimento. Do total de 200 estabelecimentos sorteados, 50 participaram da primeira etapa e 38 da segunda. Um total de 83 salas de exames (ou equipamentos) e 868 pacientes foram incluídos, e um conjunto de 1415 valores de DEP foi determinado. O resultado da distribuição dos valores de DEP permitiu determinar os chamados níveis de referência, que, no caso de pacientes adultos, se mostraram bastante semelhantes aos encontrados em outros estudos internacionais. No caso de pacientes infantis, a situação é bem diferente, obtendo-se valores pelo menos 2 vezes superiores a outros recomendados internacionalmente para a radiografia infantil mais freqüente (tórax). Esse fato sugere que as práticas empregadas na realização dos exames devem ser revisadas e que recomendações específicas a esse grupo de pacientes, a partir de estudos dirigidos, sejam publicadas. Constatou-se também alguns casos de DEP elevada pelo uso desnecessário de radioscopia de localização. Os testes de desempenho dos equipamentos e a avaliação das imagens realizadas sugerem que há possibilidade de melhoria das condições de realização dos exames, sem perda de informação diagnóstica presente na imagem e com redução das doses. Alguns espectros de raios X determinados experimentalmente apresentaram divergência em relação a outros catálogos já estabelecidos, numa faixa específica de energia do espectro (entre 25 e 40 keV). Para a sua utilização em situações práticas há necessidade de algumas correções na curva de eficiência, o que não inviabiliza a metodologia e os procedimentos estabelecidos. De forma geral, os resultados encontrados neste estudo permitem traçar um panorama das exposições médicas em radiologia convencional no estado de São Paulo, contribuindo para o aperfeiçoamento de futuras pesquisas que sejam realizadas na área, ou mesmo, para a implementação de políticas públicas.

sábado, 24 de outubro de 2009

Sites para pesquisa.

http://www.dominiopublico.gov.br/

Portal do Ministério da Educação com mais de 500 títulos para download.



http://www.bn.br/

Site da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, com 4.500 obras.



http://bnd.bn.pt/

A Biblioteca Nacional de Portugal tem mais de 5 mil obras na Internet.



http://www.ig.com.br/paginas/novoigler/download.html

Mais de 200 livros para download.



http://www.gutenberg.org/

Projeto americano sem fins lucrativos oferece mais de 18 mil obras em diversas línguas para serem baixadas no computador.



http://books.google.com/

A ferramenta tem duas opções de visualização: trechos e obras integrais. Não permite download.



http://www.rbo.org.br/

Revista Brasileira de Ortopedia Eletrônica, órgão oficial de divulgação científica da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT).



http://www.scielo.br/

Esta é a home page do site SciELO Brasil.

O site da SciELO é parte do Projeto FAPESP/BIREME/CNPq e um dos produtos da aplicação da metodologia para preparação de publicações eletrônicas em desenvolvimento, especialmente o módulo de interface Internet.



http://www.bireme.br/

Biblioteca Virtual em Saúde.



http://www.cbr.org.br/

Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem.



http://www.sbdens.org.br/

SBDens - Sociedade Brasileira de Densitometria Clínica.



http://www.sbot.org.br/

SBOT - Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.



http://www.sobrao.com.br/

SOBRAO - Sociedade Brasileira de Osteoporose.



http://portal.saude.gov.br/portal/saude/

Portal da Saúde - Ministério da Saúde do Brasil.



Comissão Nacional de Energia Nuclear

http://www.cnen.gov.br/